Por Ian Igor
Banda que executa um Rock quase que apagado e importantíssimo nos anos 80, o chamado ''metal farofa'', Glam Rock enfim...Com letras alegres e vibrantes, riffs simples mas empolgantes, mas sem deixar de lado o espírito Hard'n Roll! Reckless Love traz de volta esta cena dominada por bandas como Twisted Sister, Ratt, Danger Danger,etc, representando dignamente a ''tradição'' !Destaque para ''Badass'', ''Sex'' e"Back To Paradise''.
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Por Raíssa Rocha
Nando Reis, e Os infernais lançam o novo CD “Drês”. Para quem conhece a carreira do cantor, o álbum é composto de composições autobiográficas e como de costume, uma música para um de seus filhos, neste caso é sua filha Sophia. O álbum traz 12 canções inéditas e tem a participação da cantora Ana Canãs. As musicas que merecem destaque são: “Só pra So”, “Ainda não passou” e “Drês”. Como diria o próprio Nando, é um prazer quase sexual. Vale a pena! Haha.
Faixas:
- Hi, Dri
- Ainda não passou
- Drês
- Conta
- Só pra So
- Mosaico abstrato
- Para você guardei o amor
- Livre como um Deus
- Driamante
- Hoje eu te pedi em casamento
- Mil galáxias
- Baby, eu queria
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Por Daniel Cardozo
Estreando aqui nas análises, vou falar sobre o recém-lançado CD do Dream Theater, Black Clouds and Silver Linings. Sou meio suspeito pra falar de DT, afinal é minha banda favorita. Anyways, vou tentar ser imparcial e passar uma análise racional desse cd tão esperado.
Faixa por faixa:
-A Nightmare to Remember
Boa faixa, traz uma introdução forte, uma bateria bem rápida e técnica(o que não é novidade nenhuma quando se fala de Mike Portnoy). John Petrucci faz jus à bateria tão legal da música, traz um riff super divertido, bases legais, além de levadas clean muito bonitas. A letra traz uma temática interessante, algo como um acidente de carro e o que as vítimas passaram. A parte instrumental da música é bem divertida, não é enjoativa, tem boas melodias no teclado legal, apesar do Jordan Rudess ser repetitivo nos timbres pra solos, na minha opinião, aquela caralhada de coisas legais que ele usa não servem pra inovar em timbres pra solos? Enfim, boa música, riff marcante, melodia que fica na cabeça (por que é boa, claro).
-A Rite of Passage
Confesso que na primeira vez que ouvi, a atmosfera me lembrou um pouquinho ‘Home’, ouvi outras vezes e percebi que era viagem total minha hehe.
Bom, é o single, tem clip, mas comparada com o resto do álbum, MUITO fraca. Falta peso? Falta velocidade? Nem pergunte, apesar de que se estou aqui fazendo esse review, deveria saber definir o que falta. Com essa música, eu sinto que o Dream Theater vem aprofundando aquela velha máxima de gravar pelo menos uma música mais vendável pra garantir o leitinho das crianças. O solo é a parte mais interessante da música, melhor que os trechos com vocal. Não é uma música ruim, mas pelo que todo mundo que acompanha a banda está acostumado a ouvir, deixa um pouco a desejar.
-Wither
Fazia tempo que não tinha uma música com essa levada em álbuns do DT, eu particularmente gosto da maioria. Eu gostei de Wither, tem uma letra legal e um instrumental bonito, talvez o vocal tenha me desagradado um pouco em algumas partes, mas não chega a estragar a música. Gostei muito da melodia e do teclado e o Petrucci mostra nesse cd que superou de vez a fase fritador do Train of Throught ao Octavarium, não que ele tenha sido um bosta nesses cd’s e nem que eu não goste deles(o Train of Throught é um dos meus favoritos), mas nesse período ele ficou mais rápido e com menos feeling. Enfim, Wither me agradou.
-The Shattered Fortress
É repetitiva e inova pouco, mas ainda sim é uma música MUITO boa. Eu esperava algo diferente para o desfecho da “Saga da Cachaça”, mas gostei do resultado. Petrucci timbrando muito bem, achei linda essa 7 cordas, Portnoy destruindo tudo na bateria (e no vocal, o de sempre =X), Rudess com seus arpejos legais de The Glass Prison e suas atmosferas envolventes, aliás, nesse álbum, JR não inovou nada em timbres de solo, com eu já disse, mas gostei muito das harmonias e das atmosferas, deram um resultado muito bom. No baixo, o Myung parece que se acomodou, num dos únicos momentos de destaque dele no álbum, ele faz uma reprise da introdução da primeira parte da Alcoholic Suite, penso eu que os baixistas devem estar desapontados com a falta de destaque dele. Gostei da música, muito empolgante.
-The Best of Times
Havia uma grande expectativa em volta dessa música, afinal, é uma homenagem do Portnoy para o seu pai, falecido em janeiro desse ano. Como Mike é um cara perfeccionista, todos já esperavam algo grandioso. The Best of Times correspondeu, começa com uma introdução muito bonita, com piano, violinos, violão, tudo pra garantir uma atmosfera emocionante, a música dá um “salto” e passa pra uma levada empolgante, muito bem feita. Tem uma letra muito bonita, arrepiante em alguns momentos. Tenho certeza que qualquer um ia querer uma homenagem assim vinda de seu filho. Petrucci tem boa contribuição para o resultado final, tão bom, o solo de guitarra tem muito feeling.
-The Count of Tuscany
Por último, a melhor faixa do álbum, na minha opinião. The Count of Tuscany é uma das melhores faixas que a banda já fez, traz feeling, peso, técnica e grandiosidade. Ainda não tive tempo de analisar a letra completa, mas parece ter uma história muito interessante. Traz um refrão pra cantar o dia inteiro, apesar de ter rimas meio óbvias. O instrumental é uma obra-prima, arranjo impecável, passagens divertidas e nada muito cansativo. Me acabei de ouvir essa música, eu confesso.
Muita gente não gostou do Systematic Chaos, eu gostei. Mas pelo que eu ando lendo, Black Clouds and Silver Linings, ao contrário do anterior, teve uma aceitação muito maior.
Não citei anteriormente, mas James Labrie é um destaque nesse álbum, o vocalista mostra boa fase e faz um trabalho impecável. O que contribui para que isso aconteça, pode ser o abandono das notas altíssimas dos primeiros álbuns da banda, não que não seja legal, mas é mais enjoativo.John Petrucci me surpreendeu, pra quem achou os timbres do DVD Chaos in Motion fracos e sem peso, ouvir as guitarras com toda essa personalidade foi imprescindível para provar cada vez mais a boa fase do Petrucci(não, eu não canso de dizer =).
Black Clouds and Silver Linings agradou muita gente, inclusive a mim. Dream Theater não precisa provar mais nada pra ninguém, mas a cada lançamento, mostra diferentes faces e mostra que é possível ser Prog e não ser chato.
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Por: Daniel Martins
Trivium foi formado no ano de 2000, é uma das únicas bandas consideráveis de Thrash metal atual comparando com o grande sucesso do estilo no final da década de 80. Com origem na Flórida e com 4 álbuns lançados, seu último trabalho, Shogun, voltou as origens dos primeiros álbuns, com a volta do gutural de Matt Heafy, mas sempre mantendo o nível de trabalho em todos os álbuns, sempre alto. Ambos os integrantes talentosos, Trivium já passou por dois baixistas Jarred Bonaparte qeu ficou um ano,Brent Young até 2004 e o vocalista Brad Lewter ficando somente no início do quarteto.Sua formação original tem Travis Smith(baterista) e Matt Heafy(vocal e guitarrista) que estão desde o início e Corey Beaulieu(guitarrista e backing vocal) e Paolo Gregoleto, terceiro baixista.A gravadora Roadrunner Records foi dos três últimos com exceção do primeiro álbum, 2003 "Ember to Inferno”. Basicamente a maioria das canções tem a introdução leve, faixas com duração maior em relação ao último trabalho, ambas as guitarras e voz bem harmonizados, trazendo também bastante impacto nas músicas, e como sempre refrões melódicos perfeitos e riffs bem criativos, dignos das melhores bandas de metal atualmente.Em geral o álbum esta excelente, não caiu de produção, pelo contrário, sempre mantendo um estado crescente.
Destaque para:
- Down From the Sky
- Kirisute Komen
- Shogun.
Faixas
1. Kirisute Gomen
2. Torn Between Scylla and Charybdis
3. Down from the Sky
4. Into the Mouth of Hell We March
5. Throes of Perdition
6. Insurrection
7. The Calamity
8. He Who Spawned the Furies
9. Of Prometheus and the Crucifix
10. Like Callisto to a Star in Heaven
11.Shogun
Versões limitadas com bonus tracks :
12. Poison, the Knife or the Noose
13. Upon the Shores
14. Iron Maiden (Iron Maiden cover)
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Por Ian Igor
Álbum lançado pela recente e tão aclamada banda do momento, Chickenfoot! Joe Satriani (guitarra), Sammy Hagar( ex-Van Halen - vocal), Michael Anthony(ex-Van Halen - baixo) e Chad Smith (Red Hot Chilli Peppers - bateria) compõe um álbum inédito pra cena do Rock atual, riffs que não saem da cabeça,solos bem encaixados, uma cozinha impecável trazendo a versatilidade de Chad com a pegada Hard de Michael, e no vocal ninguém mais apropriado que Sammy Hagar, que mesmo em sua idade mantém uma voz equilibrada e jovial.Um perfeito álbum de Hard Rock, concebido por músicos versáteis que partilham os mesmos gostos, toda essa sintonia pode ser analisada no disco.
Destaques para:
- Soap On A Rope: Música-símbolo do álbum, é marcada por um excelente riff pausado pelo vocal expoente de Sammy com uma bateria funkeada de Chad, seguida de um pequeno solo de Satriani que apesar do virtuosismo marca a música com um belo trecho, já no fim Satriani em mais um solo coloca um pouco de sua essência virtuosa. Se quiser saber o que é o Chickenfoot, ouça-a !
- Get It Up: Faixa que transmite uma enorme energia vinda do pesado riff e do vocal contagiante... Arriba !
- Learning To Fall: Uma das melhores do álbum,balada Hard com um excepcional vocal de Sammy.Bastante dinâmica é caracterizada por um belo lick e solos recheados de feeling.
Faixas:
1. Avenida Revolución
2. Soap On A Rope
3. Sexy Little Thing
4. Oh Yeah
5. Runnin' Out
6. Get It Up
7. Down The Drain
8. My Kinda Girl
9. Learning To Fall
10. Turnin' Left
11. Future In The Past
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